A Solidariedade Do Cristão

Deve Prover O Amor Ante A Solidão

A Solidez Do Barro Em Pranto

Pronto Ao Decorrer

Se Percorrer O Certo Cercado

A Contornar O Meu Sertão

Do Tipo Que Surge Interno

Não Perpetuando A Escuridão.

A Desaguar Nas Lágrimas Não Vistas

Entre Êmbolos Consoantes A Peraltar

Singela Decisão A Fugir Sem Escapar

Levo Comigo Ou Deixo Consigo?

O Que Me Dói Por Carregar?

Conforta-me o Coração?

Esperanças Vislumbradas

Guiadas Afastadas

Emancipadas Da Tenaz Desilusão

Nos Cristais Da Vida

É Comum Sonhar Acordado

Quando Não Se Pode Sorrir.

Dormir Anseia A Alma

A Permitindo Cintilar Sem Partir

Crer Nas Centelhas Em Fogo Vivo

Nas Atribulações. Em Tempos De Paz

Permanentes…

Não Como A Rocha Matriz

Ou O Vento Crivo,

Ou O Temor Derivo,

A Olhares Perdidos

Em Futuro Votivo

O Cintilar Da Luz

A Luminescência Do Brilho

A Revelação Da Fugacidade Da Dor

A Perpétua Certeza Vívida Da Vida

Por Meus Netos

Nas Sombras Dos Meus Filhos

O Fruto Furta-cor

Mavioso Mais Que Dulcificado.

Que Precisa Ser Lapidado Por Arado

Nas Graças Do Pai De Criação

Nos Afagos Da Mãe De Coração

Seja Na Labuta Da Lâmpada

Seja Nas Águas Do Jordão.

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