Deságuas Cantos

Voz Serena É Aquela A Conduzir

O Condiz Cantar.

Versos Inaudíveis

Ao Singelo Sino

Em Coração Bater

Ao Passo Do Mais Leve Escutar

Canta-se Tanto

Sem Nutrir-se Do Verdadeiro Motivar

Para A Tantos Quantos Se Poderia Contar

Ao Poder Ouvir E Por Grata Causa Cantar

E Ainda Assim Não Se Percebe

Mesmo Que Se Observe

Ao Saudoso Auscutar

Palavras Em Versos De Prosas

Enviadas Ao Silêncio

Dos Ouvidos Extraordinários

Daqueles Que Por Sorte… Planejam

Apenas O Compartilhar

O Que Você Canta?

É Capaz De Te Encantar?

Inspira-Se Ao Se Ouvir?

Ou A Se Calar?

Em Desapego Descabido

Por Não Ressoar A Canção

Carrega-Se A Culpa Por Acalentar

Ao Abrigar A Solidão

Internalizada Em Sensível Éter A Exalar

Ainda Não A Par

Em Uníssono Afagar

Dons Desencorajados Pela Descrença

Seja Por Inapta Visão A Cegar

Seja Por Medo,

Resumindo-se Ao Confinamento

Entre Brutos Atos Ao Se Distanciar

Pensamentos Vagos…

Quem Caminham Forte E Em Frente

Ante As Chuvas Tempestuosas…

Tragada Em Conflitos Dos Aflitos

Sem, Ao Menos, Os Louros Conquistar

Sem Viver… Sem Cessar…

A Contenda Principiar

Tudo Em Casualidades Únicas

Por Escolher Não Lutar

Reverbera A Alma Profunda

Sem Sair Do Lugar

Resigna-se Ao Tempo

A Reiterada Dor

Rejeitando-se Ao Sentir

Construindo Muros E Clamor

O Esmeril Está Rente A Lapidar…

O Reino Das Consequências Sem Causas

Nem Vistas, Nem Consideradas…

Desvencilhadas Por Destinos

Desamparadas Por Efeitos E Cascatas

Em Constructo Anil Anelar

Sobrevivendo…

Sem Desengrainhar.

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